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15 de setembro de 2012

Consciência Negra



20 de novembro
Dia Nacional da Consciência Negra
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O Dia da Consciência Negra é celebrado em 20 de novembro no Brasil e é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira.

A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. O Dia da Consciência Negra procura ser uma data para se lembrar a resistência do negro à escravidão de forma geral, desde o primeiro transporte forçado de africanos para o solo brasileiro (1594).

Outros temas debatidos pela comunidade negra e que ganham evidência neste dia são: inserção do negro no mercado de trabalho, cotas universitárias, se há discriminação por parte da polícia, identificação de etnias, moda e beleza negra, entre muitos outros.

O dia é celebrado desde a década de 1960, embora só tenha ampliado seus eventos nos últimos anos; até então, o movimento negro precisava se contentar com o dia 13 de maio, Abolição da Escravatura – comemoração que tem sido rejeitada por enfatizar muitas vezes a "generosidade" da Princesa Isabel.




Sugestão: Revista NovaEscola

14 de dezembro de 2009

Consciência negra

Consciência negra - Menina bonita



1) Leia com atenção:
Menina bonita do laço de fita

(Ana Maria Machado)

Era uma vez uma menina linda, linda.
Os olhos dela pareciam duas azeitonas pretas, daquelas bem brilhantes.
Os cabelos eram enroladinhos e bem negros, feito fiapos da noite. A pele era escura e lustrosa, que nem o pêlo da pantera negra quando pula na chuva.
Do lado da casa dela morava um coelhinho branco.
O coelho era apaixonado pela cor da menina, e queria descobrir como ficar negro.
No final, o coelho entendeu que cada um tem a cor herdada de seus antepassados. E que para ter uma filha pretinha como a menina teria que casar-se com uma coelha "escura como a noite".


2) Responda:

a) Como eram os olhos da menina?



b) Como eram os cabelos da menina?



c) Quem morava do lado da casa da menina?



d) O que o coelho queria descobrir?




Produção de texto: Desenho e descrição do rosto de pessoas negras importantes para os alunos.

* Música: Incandescente ser – Cidade negra (Ouvir e cantar)


INCANDESCENTE SER – Cidade negra

Acredito eu que as coisas estão em
transformação
Acredito que, dentro do ser, há solução
Quem sabe a verdade tem explicação
Uma chave exposta na palma de sua mão
Do futuro homem, que será o de amanhã

Pergunte o que é que houve
Já houve muita transformação
Pergunte o que é que houve
(BIS)
Já houve muitos mundos bons
Pra quem buscou em sua própria
solução

Vamos nos unir para a transformação
De uma pátria e um mundo sem
discriminação
Na igualdade do ser
(BIS)
para o bem de nossa nação

Aula sobre consciência negra2


* Roda de Leitura: Lenda “O Negrinho do Pastoreio”

* Conversa sobre os castigos sofridos pelos negros na época da escravidão no Brasil... e a discriminação sofrida pelos negros ainda hoje.

1) Leia com atenção:

O Negrinho do Pastoreio

Nos tempos da escravidão no Brasil, havia um fazendeiro malvado que tinha em sua fazenda escravos negros de várias idades, inclusive crianças.
Num dia frio de inverno o fazendeiro mandou um de seus negrinhos pastorear seus cavalos.
No final do tarde, quando o negrinho voltou com os cavalos, o fazendeiro disse que faltava um cavalo. Pegou o chicote e deu uma surra tão grande no negrinho que ele ficou sangrando.
O fazendeiro mandou o negrinho procurar o cavalo.
O negrinho achou o cavalo, mas ele fugiu de novo.
Ao retornar à fazenda, o negrinho encontrou o fazendeiro ainda mais irritado. Como castigo o fazendeiro deu outra surra no negrinho e o colocou em cima de um formigueiro. No dia seguinte o fazendeiro o encontrou ao lado de Nossa Senhora que o levou para o céu.

2) Responda:

a) Em que época viveu o Negrinho do Pastoreio?

b) Quem era o dono do Negrinho?

c) O que o fazendeiro mandou o Negrinho fazer?

d) Como o Negrinho foi castigado?

3) Resolva este problema:

Numa fazenda havia 187 cavalos. Um dia o fazendeiro comprou mais 12 cavalos. Quantos cavalos ficaram na fazenda?

Cálculo: Resposta:








Fonte: http://profgege.blogspot.com

Consciência negra



Meninos de todas as cores...

Era uma vez um menino branco chamado Miguel, que vivia numa terra de meninos brancos e dizia:
É bom ser branco
porque é branco o açúcar, tão doce,
porque é branco o leite, tão saboroso,
porque é branca a neve, tão linda.
Mas certo dia o menino partiu numa grande viagem e chegou a uma terra onde todos os meninos eram amarelos. Arranjou uma amiga chamada Flor de Lótus, que, como todos os meninos amarelos, dizia:
É bom ser amarelo
porque é amarelo o Sol
e amarelo o girassol
mais a areia da praia.
O menino branco meteu-se num barco para continuar a sua viagem e parou numa terra onde todos os meninos são pretos. Fez-se amigo de um pequeno caçador chamado Lumumba que, como os outros meninos pretos, dizia:
É bom ser preto
como a noite
preto como as azeitonas
preto como as estradas que nos levam para
toda a parte.
O menino branco entrou depois num avião, que só parou numa terra onde todos os meninos são vermelhos.
Escolheu para brincar aos índios um menino chamado Pena de Águia. E o menino vermelho dizia:
É bom ser vermelho
da cor das fogueiras
da cor das cerejas
e da cor do sangue bem encarnado.
O menino branco foi correndo mundo até uma terra onde todos os meninos são castanhos. Aí fazia corridas de camelo com um menino chamado Ali-Babá, que dizia:
É bom ser castanho
como a terra do chão
os troncos das árvores
é tão bom ser castanho como um chocolate.
Quando o menino voltou à sua terra de meninos brancos, dizia:
É bom ser branco como o açúcar
amarelo como o Sol
preto como as estradas
vermelho como as fogueiras
castanho da cor do chocolate.
Enquanto, na escola, os meninos brancos pintavam em folhas brancas desenhos de meninos brancos, ele fazia grandes rodas com meninos sorridentes de todas as cores.
Meninos de todas as cores, Luísa Ducla Soares
Aventura das Letras
Porto, Porto Editora, 2003






Fonte: http://profgege.blogspot.com