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10 de julho de 2010

Dramatização Reflexiva para o Dia dos Pais:






A professora do ensino básico Ana Maria pediu aos alunos que fizessem uma redação sobre o que gostariam que Deus fizesse por eles.
Ao fim da tarde, quando corrigia as redações, leu uma que a deixou muito emocionada. O marido, que, nesse momento acabava de entrar, viu-a a chorar e perguntou-lhe: - "O que é que aconteceu?"
Ela respondeu: - "Lê isto."
Era a redacção de um aluno. - "Senhor, esta noite peço-te algo especial: - Transforma-me numa televisão. - Quero ocupar o lugar dela. Viver como vive a TV da minha casa. Ter um lugar especial para mim, e reunir a minha família à volta... - Ser levado a sério quando falo... - Quero ser o centro das atenções e ser escutado sem interrupções nem perguntas. - Quero receber o mesmo cuidado especial que a TV recebe quando não funciona. E ter a companhia do meu pai quando ele chega a casa, mesmo quando está cansado. E que a minha mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, em vez de me ignorar. E ainda que os meus irmãos discutam para ver quem fica ao pé de mim. -Quero sentir que a minha família deixa tudo de lado, de vez em quando, para passar alguns momentos comigo. E, por fim, faz com que eu possa diverti-los a todos. - Senhor, não te peço muito... só quero viver o que vive qualquer televisão"
Naquele momento, o marido de Ana Maria disse: - "Meu Deus, coitado desse miúdo! Que pais..."!
E ela olhou-o e respondeu: - "Esta redação é do nosso filho".

***


Fonte:http://espacoeducar-liza.blogspot.com

23 de outubro de 2008

Dramatização - O cravo brigou com a Rosa

Dramatização: “O CRAVO E A ROSA”
(Autora: Maria Miranda).

Personagens:

Toda a turma dividida em dois grupos.
Os meninos vestidos de cravo, com destaque para um deles no meio do círculo.
As meninas vestidas de rosas, com destaque para uma delas no meio do círculo.

Desenvolvimento:

A Rosa sai do círculo e diz:

— Preciso encontrar um príncipe, que seja elegante, bonito, educado e gentil, para ser meu namorado.
— É Primavera! Tempo do amor e de amar, tempo da vida! (sai e entra no seu círculo).

O Cravo sai do seu círculo e diz:

— Como a Rosa é bela! Estou tão apaixonado por ela. Por que será que ela nem me nota?
— Vou aproveitar que é Primavera o tempo do amor e vou falar com ela.
— Senhorita Rosa, a mais bela flor da Primavera! Me aceita para ser seu namorado seu príncipe encantado? ( ele entra no círculo da rosa).

A rosa cheia de orgulho responde:

— Senhor Cravo, o senhor não se enxerga? Nem que o senhor fosse a última flor da Primavera! Uma florzinha tão mixuruca querendo ser meu príncipe! Ora, não me amole!

O Cravo desesperado tenta abraçar a rosa. Na confusão arranca algumas pétalas da rosa e se machuca nos espinhos. Desiste e sai mancando. Volta para o seu círculo. Fica muito triste.


Os outros cravos tentam reanimá-lo dizendo:

— Amigo Cravo, não fique triste por causa desta Rosa vaidosa e ingrata! Olha quantas outras flores existem neste jardim! O Cravo não reage. Então eles resolvem ir falar com a Rosa.

Fala de um dos cravos:

— Dona Rosa, dona rosa, ajude-nos! O nosso príncipe o Cravo está muito doente. Esta morrendo de tristeza e de amor ajude-nos!

A Rosa arrependida vai até o círculo dos cravos e diz:

— Cravo, Cravo, o que você tem? É por minha causa que esta doente? Por favor, me perdoe!
Ao ouvir a voz da Rosa, o Cravo abre os olhos e diz:
— É você minha amada Rosa! Você veio me visitar, finge desmaiar.

A Rosa diz:

— Sim meu querido príncipe Cravo, fique bom logo, eu também te amo.
— Vamos aproveitar que é Primavera e encher a natureza de amor e de perfumes, colorindo de novas flores o nosso jardim.


Assim, os cravos e as rosas se unem e cantam a música:

O Cravo e a Rosa

O cravo brigou com a rosa
Debaixo de uma sacada
O cravo saiu ferido,
E a rosa despetalada.

O cravo ficou doente.
A rosa foi visitar
O cravo teve um desmaio
E a rosa, pois a chorar.